Página Inicial







África: Morte de recém-nascidos continua a ser um problema
5 de Setembro de 2011

Apesar de progressos na redução de morte de recém-nascidos em todo o mundo, África está a ficar para trás, aponta um relatório da «Organização Mundial da Saúde» (OMS).

 

O novo estudo, lançado simultaneamente em Genebra e Washington, foi realizado durante 20 anos nos 193 países membros da OMS. Além de pesquisadores da agência da ONU, o estudo envolveu a ONG «Save the Children» e a «Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres».

 

As estimativas são baseadas em dados recolhidos em consultas com os países, num estudo que detalha os progressos e o potencial para o futuro.

 

No total, o número de mortes de recém-nascidos diminuiu de 4,6 milhões em 1990 para 3,3 milhões em 2009, com uma queda mais rápida registada a partir do ano 2000.

 

A pesquisa aponta que quase 99 por cento das mortes ocorreu no mundo em desenvolvimento, sendo metade em países povoados como a Índia, Nigéria, Paquistão, China e República Democrática do Congo.

 

A Nigéria, o sétimo país mais populoso do mundo, passou a ocupar o segundo lugar no número de mortes de recém-nascidos, após ter estado em quinto em 1990. A razão apontada pelos pesquisadores para o factor é o aumento de nascimentos, acompanhado pelo aumento ligeiro do risco de morte dos recém-nascidos.



© copyright Missionários Combonianos - Revista Além-Mar | Todos os direitos reservados