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Mundo: A situação mundial da infância
27 de Fevereiro de 2012

O «Fundo das Nações Unidas para a Infância» (Unicef) sugere que, como mais de metade dos sete mil milhões de pessoas que compõem a população mundial vive em zonas urbanas, o mundo deve concentrar-se este ano na infância urbana.

 

O relatório «Estado Mundial da Infância 2012» será divulgado na terça-feira, 28 de fevereiro.

 

O estudo recorda que as cidades são conhecidas como geradoras de crescimento económico, no entanto alerta para o facto de muitas das crianças residentes em urbes não serem beneficiadas por esse crescimento económico que leva à expansão urbana.

 

Num mundo cada vez mais urbano, a ausência de atenção sustentada nos direitos das crianças significa, de acordo com o Unicef, que algumas delas ficam para trás.

 

O relatório concluiu, entre outras coisas, que a muitas crianças urbanas é-lhes negado o direito à sobrevivência, saúde, nutrição, educação e proteção.

 

Apesar de as cidades oferecerem, regra geral, melhores opções no que toca a escolas, acesso à saúde ou recreação, os que vivem sem muitos meios, normalmente em bairros informais, crianças migrantes, ou mesmo as que vivem na rua não têm um acesso completo a estes bens. A desigualdade urbana é comum a todos os países.

 

O relatório Estado Mundial da Infância informa sobre a situação das crianças nos meios urbanos e oferece sugestões para garantir que a infância passada nas cidades seja segura, saudável e satisfatória.

 

Uma forma de diminuir a diferença entre as crianças com acesso e sem às oportunidades que a urbe oferece é aplicar esforços concertados no sentido de colocar o direito dessas crianças no centro das atenções dos decisores das zonas urbanas.



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