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Portugal: Portugueses desconhecem trabalho das congregações
23 de Fevereiro de 2012

Apesar de reconhecerem a importância das congregações religiosas, os portugueses ainda desconhecem o trabalho que elas desenvolvem. Esta é a principal conclusão de um estudo sobre o que os portugueses pensam e sentem a respeito dos religiosos, apresentado na «Semana de Estudos sobre a Vida Consagrada» que terminou na terça-feira, 21 de Fevereiro, em Fátima, sob o signo da abertura ao exterior.

 

Elaborado por uma empresa de estudos de mercado e opinião, com base no inquérito efectuado pela Universidade Católica, o estudo conclui que as congregações religiosas têm fraca visibilidade e não acompanharam a evolução dos tempos.

 

Há uma necessidade de abertura ao mundo, utilizando outras formas de evangelizar como a arte e as novas tecnologias, até para combater a falta de vocações, defende Frei Acílio Mendes, responsável pela formação de noviços nos Franciscanos Capuchinhos.

 

Em relação às novas tecnologias, Frei Acílio Mendes afirma que «muita gente que não anda pelas igrejas pode ser tocada, às vezes, por uma parábola do Evangelho ou por textos que recebem nas suas casas».

 

Com a presença de perto de meio milhar de religiosos e consagrados, a «Semana de Estudos sobre a Vida Consagrada» visou analisar o desafio de abertura ao mundo trazido pelo Concílio Vaticano II.

 

Com informações da «Rádio Renascença».



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