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Colômbia: Projeto ajuda afro-descendentes excluídos
17 de Novembro de 2011

Teve início na Colômbia uma nova fase do projeto «Afropaz» cuja proposta é formar dirigentes de origem africana. A comunidade afro-descendente não possui efetivamente nenhuma representação política visível em órgãos do governo e em instituições sociais, e portanto, muitas de suas exigências não são ouvidas ou nem mesmo acolhidas.

 

Segundo nota da «Conferência Episcopal da Colômbia», estão registradas no país cerca de quatro milhões de pessoas de descendência africana.

 

Muitas comunidades vivem na pobreza, sem que os menores tenham possibilidade de frequentar escolas, carentes de assistência hospitalar e até mesmo sem estradas de acesso. Não raro, são também vítimas de conflitos armados, tráfico de drogas, corrupção na administração pública e na política.

 

Esta é uma das realidades que o projeto Afropaz visa mudar: «Nos últimos anos, o projeto conseguiu criar organizações sociais, autoridades étnicas e conselhos municipais», afirma Liliana Zamudio, da «Comissão de Promoção Social e Desenvolvimento da Secretaria Nacional de Pastoral Social/Cáritas».

 

A iniciativa é coordenada pela «Secretaria Nacional de Pastoral Social» e pela «Associação Nacional dos Prefeitos de Municípios de Afro-descendentes da Colômbia» (AMUNAFRO).



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