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Médio Oriente: Militares israelitas mataram 55 palestinianos
15 de Maio de 2018

Na segunda-feira, 14 de maio, militares israelitas mataram pelo menos 55 palestinianos que se manifestavam junto a Faixa de Gaza. A repressão violenta coincidiu com a abertura da embaixada norte-americana em Jerusalém.

 

Amnistia Internacional fala em possíveis "crimes de guerra" nos confrontos durante os protestos na Faixa de Gaza e que fizeram pelo menos 55 mortos.

 

“Dezenas de palestinianos foram mortos e centenas feridos por militares israelitas durante protestos na zona de separação entre Gaza e Israel, no que a Amnistia Internacional considera ser uma violação dos padrões internacionais e, em alguns casos, pode constituir crimes de guerra”, lê-se numa nota da AI.

 

O Secretário-Geral das Nações Unidas, António Guterres, está “profundamente alarmado” com a violência na Faixa de Gaza.

 

Guterres reiterou ainda que “não há alternativa viável à solução de dois Estados” para resolver o conflito israelo-palestiniano.

 

O Conselho de Segurança reúne nesta terça-feira, a pedido do Kuwait, que tem assento naquele órgão das Nações Unidas em representação dos países árabes.



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