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Mundo: 2009 foi o pior ano para jornalistas
17 de Fevereiro de 2010

«Comité Internacional para a Protecção de Jornalistas» (CPJ) revela que 2009 foi o pior ano para os jornalistas em termos de mortes e de detenções desde que começou a contabilizar os números há trinta anos.

 

De acordo com relatório anual «Ataques à Imprensa 2009», mais de setenta jornalistas foram mortos no passado ano (33 nas Filipinas) e cerca de 170 profissionais da comunicação social foram presos.

 

O número de jornalistas presos aumentou especialmente no Irão, onde o CPJ diz que as autoridades efectivamente criminalizaram o jornalismo.

 

O Comité Internacional para a Protecção de Jornalistas também refere que os jornalistas que trabalham na Internet foram particularmente vulneráveis à repressão.

 

Eles constituíram mais de metade dos jornalistas detidos em todo o mundo.

 

Em África, o número de jornalistas obrigados a fugir do continente em 2009 por correrem perigo de vida foi tão elevado que criou «um profundo vazio no jornalismo profissional» refere o CPJ.

 

Em África subsariana, 12 profissionais do jornalismo perderam a vida: nove na Somália e os restantes no Quénia, Nigéria e Madagáscar.

(RONNY MARINOTO)



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